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sábado, 24 de novembro de 2012
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Tecnologia na escola, criação de redes de conhecimento
O uso da tecnologia de informação e comunicação TIC na escola carrega em si mesmo as contradições da sociedade contemporânea.
Inserir na sociedade a informação não quer dizer apenas ter acesso a tecnologia de informação e comunicação, nas principalmente saber utilizar essa tecnologia para a busca e seleção de informação que permita a cada pessoa resolver problemas do cotidiano, compreender o mundo e atuar na transformação do seu contexto. Assim o uso da TIC com vista á uma rede de conhecimento favorece a democratização do acesso, á informação, a troca de informação e experiências, a compreensão critica da realidade e o desenvolvimento humano, social cultural e educacional.
Com o uso da TIC e da internet pode se navegar livremente pelo hipertextos de forma não sequencial sem uma trajetória pré- definida estabelecer múltiplas conexões, na rede é descobrir significados, elaborar novas sínteses e criar elos.
O homem aprende a realidade por uma rede de colaboração na qual cada ser ajuda o outro a desenvolver se ao mesmo tempo que também se desenvolve. Todos aprendem juntos e em colaboração.
O grupo que trabalha em colaboração é autor e condutor do processo de interação e criação. Cada membro do grupo é responsável pela própria aprendizagem e co-responsável pelo desenvolvimento do grupo.
Nessa abordagem a educação é concebida como um sistema aberto, como mecanismo de participação e descentralização flexíveis, com regras de controle discutida pela comunidade e decisões tomadas por grupos interdisciplinares.
Ensinar é organizar situações de aprendizagens, criando situações que favoreçam a compreensão da complexidade do mundo, do contexto, do grupo, do ser humano e da própria identidade. O professor que associa a TIC aos métodos ativos de aprendizagem desenvolve a habilidade técnica relacionada ao domínio da tecnologia e sobre tudo, articula esse domínio com a prática pedagógica, e com as teorias educacionais que o auxiliam a refletir sobre a própria prática e a transforma-la visando explorar as potencialidades pedagógicas das TIC em relação à aprendizagem e á consequente constituições de redes de conhecimentos.
A aprendizagem é o processo de construção do aluno, autor de sua aprendizagem, mas nesse processo o professor alem de criar ambientes que favoreçam a participação, a comunidade, a interação e confronto de idéias dos alunos também tem sua autoria. Cabe ao professor promover o desenvolvimento de atividades que provoquem o envolvimento e a livre participação do aluno. O movimento produzido pelo pensar em redes de conhecimentos, propicia ultrapassar as paredes da sala de aula e os muros da escola.
O uso da tecnologia de informação e comunicação TIC na escola carrega em si mesmo as contradições da sociedade contemporânea.
Inserir na sociedade a informação não quer dizer apenas ter acesso a tecnologia de informação e comunicação, nas principalmente saber utilizar essa tecnologia para a busca e seleção de informação que permita a cada pessoa resolver problemas do cotidiano, compreender o mundo e atuar na transformação do seu contexto. Assim o uso da TIC com vista á uma rede de conhecimento favorece a democratização do acesso, á informação, a troca de informação e experiências, a compreensão critica da realidade e o desenvolvimento humano, social cultural e educacional.
Com o uso da TIC e da internet pode se navegar livremente pelo hipertextos de forma não sequencial sem uma trajetória pré- definida estabelecer múltiplas conexões, na rede é descobrir significados, elaborar novas sínteses e criar elos.
O homem aprende a realidade por uma rede de colaboração na qual cada ser ajuda o outro a desenvolver se ao mesmo tempo que também se desenvolve. Todos aprendem juntos e em colaboração.
O grupo que trabalha em colaboração é autor e condutor do processo de interação e criação. Cada membro do grupo é responsável pela própria aprendizagem e co-responsável pelo desenvolvimento do grupo.
Nessa abordagem a educação é concebida como um sistema aberto, como mecanismo de participação e descentralização flexíveis, com regras de controle discutida pela comunidade e decisões tomadas por grupos interdisciplinares.
Ensinar é organizar situações de aprendizagens, criando situações que favoreçam a compreensão da complexidade do mundo, do contexto, do grupo, do ser humano e da própria identidade. O professor que associa a TIC aos métodos ativos de aprendizagem desenvolve a habilidade técnica relacionada ao domínio da tecnologia e sobre tudo, articula esse domínio com a prática pedagógica, e com as teorias educacionais que o auxiliam a refletir sobre a própria prática e a transforma-la visando explorar as potencialidades pedagógicas das TIC em relação à aprendizagem e á consequente constituições de redes de conhecimentos.
A aprendizagem é o processo de construção do aluno, autor de sua aprendizagem, mas nesse processo o professor alem de criar ambientes que favoreçam a participação, a comunidade, a interação e confronto de idéias dos alunos também tem sua autoria. Cabe ao professor promover o desenvolvimento de atividades que provoquem o envolvimento e a livre participação do aluno. O movimento produzido pelo pensar em redes de conhecimentos, propicia ultrapassar as paredes da sala de aula e os muros da escola.
sábado, 3 de novembro de 2012
II jornada negra da Unicastelo

II Jornada Negra: Os múltiplos olhares
sobre o negro na atualidade
Introdução e Justificativa
Considerando-se que no mês de novembro comemora-se o Dia da
Consciência Negra, o Colegiado do Curso de Serviço Social da Unicastelo teve a
iniciativa de propor um evento Intercursos, tendo em vista que a temática tem
uma transversalidade que perpassa todos os processos de formação. Convidamos
então todos os cursos através de seus coordenadores. A partir de então, por
adesão voluntária participam de organização do evento os cursos de História,
Pedagogia, Psicologia, Geografia, Letras, Química e Filosofia, de forma
interdisciplinar. Cada curso se faz representar por 01 professor e 01 aluno.
Desta forma, vimos apresentar a proposta da II Jornada Negra da Unicastelo a ser realizada no espaço do CEU
Azul da Cor do Mar, no dia 12 de novembro de 2012. Concentrado em um único dia, serão realizadas
palestras nos períodos da manhã e da noite com profissionais e intelectuais
envolvidos com a temática, no período da tarde o curso de Filosofia promoverá
uma sessão de cinema. A divulgação será ampla e a participação será aberta a
toda/os que tenham interesse pelos temas. Ao final do evento serão realizadas
atividades culturais promovidas pelos alunos dos cursos e serão entregues aos
participantes certificados validando horas de atividades complementares.
Objetivos
Estimular a interdidisciplinaridade
e transversalidade desde o processo de formação, a partir do debate e reflexão
sobre a condição histórica e social do negro no Brasil, com ênfase nas atuais
conquistas dos movimentos sociais negros no âmbito da educação e da saúde e apresentando
a reconfiguração social e política do país, expressa nas políticas afirmativas.
Programação
Dia:
12/11/2012
Manhã
Abertura/Recepção: 8:00 -
8:30 horas – Mesa composta por Pró-reitora de Graduação e Coordenador de
cada curso participante
Canto de Abertura: música
“Sabedoria e Glória” interpretada por Solange (aluna do 2 semestre de Serviço
Social)
Mesa (1): (8h30/10h00) Literatura e Cidade: O território
como espaço negro – Prof Dr Gerson
tenório dos santos -
Unicastelo (Departamento de Letras)
Profa
Dra Maria candelaria volponi – Unicastelo (Departamento de História)
Prof Dr Emil frendi –
Unicastelo (Departamento de Serviço Social)
Mediadora: Profa Me Simone Aparecida Jorge - Unicastelo
(Departamento de Serviço Social)
Mesa (2): (11h00/11h30h) – Por
uma Outra Educação: balanço da implementação da Lei 10.639/2003 nas escolas de
São Paulo –
Profa Dra Ruth
– Unicastelo (Departamento de Pedagogia)
Sra Anair Novaes (Coordenadoria dos Assuntos da População Negra de
São Paulo – CONE)
Prof. Dr. Paulo Roberto
Simões – UNIESP
Mediadora: Profa Me Ana Helena Passos –
Unicastelo (Departamento de Serviço Social).
Tarde
(14hs – 15hs) Apresentação
do filme Jennifer
(15hs – 17hs) Debate: As questões raciais e a cinematografia
negra – Me. Renato Candido de Lima ( diretor do filme Jennifer)
Debatedores: Me. Ana Helena
Passos e Dr. Jean Siqueira – Unicastelo
Noite
Mesa (1);
19h30 às 21h00 - As políticas de Ação Afirmativa e
a nova História do Brasil: a saúde e o
corpo da população negra em foco –
Me Regimeire Maciel – Doutoranda
do Departamento de Ciências Sociais da PUC-SP Dr. Luis Eduardo Batista –
Instituto da Saúde/SP
Mediadora:
Profa Carla Regina Moreira – Unicastelo (Departamento de Serviço Social
21h30:
Atividade Cultural
Escola
de Samba
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Resumo do texto:
Tecnologia na escola: Criação de redes de conhecimento
(14/09/12)
Por Maria Elizabeth
Bianconcini de Almeida
O IBGE aposta que existe
muitas pessoas que são analfabetos funcionais, pessoas que não completaram as
quatro primeiras séries do ensino fundamental, por outro lado, o mundo digital
invade nossas vidas e torna-se imperioso inserir-se na sociedade do
conhecimento. Temos superar essa contradição ou pelo menos diminuir esse índice
que nos deixa a baixo de diversos
países, inclusive na America latina.
Fazer parte da
sociedade da informação não é apenas ter acesso a tecnologia de informação e
comunicação, mas saber usar.
Na rede, aprender é
descobrir significados, elaborar novas sínteses e criar elos, entre parte e
todo, unidade e diversidade, razão e emoção, individual e global.
O homem aprende a
realidade por meio de uma rede de colaboração na qual cada ser ajuda o outro a
desenvolver-se ao mesmo tempo que também se desenvolve. O grupo que trabalha em
colaboração é é autor e condutor do processo de interação e criação.
Por meio de interações
favorecidas pelas TIC, cada participante do grupo confronta sua unidade de
pensamento com a universidade grupal, navega entre informações para estabelecer
ligações com conhecimentos já adquirido, comunica a forma como pensa, coloca-se
aberto para compreender o pensamento do outro e sobre tudo, participar de um
processo de construção colaborativo, cujos produtos decorrem da representação
hipertextual.
O papel do professor
"mais do que ensinar , trata -se de fazer aprender".
Criar ambientes de
aprendizagem com a presença da TIC significa utilizar a TIC para a
apresentação, a articulação entre pensamentos, a realização de ações, o
desenvolvimento de reflexões que questionam constantemente as ações e as
submetem a uma avaliação contínua. O professor que associa a TIC aos métodos
ativos de aprendizagem desenvolve a habilidade técnica relacionada ao domínio
da tecnologia e sobretudo, articula esse domínio com a prática pedagógica e com
as teorias educacionais que auxiliem a refletir sobre a própria prática e a
transformá-la.
A aprendizagem é um
processo de construção do aluno-autor e de sua aprendizagem, mas nesse processo
o professor alem de criar ambientes que favoreçam a participação, a comunicação
a interação e o confronto de idéias do aluno, também tem sua autoria. Cabe ao
professor promover o desenvolvimento de atividades que provoquem
o envolvimento e a livre
participação do aluno.
O professor atua como
mediador, facilitador incentivador, desafiador, investigador do conhecimento.
Os alunos constroem o
conhecimento por meio da exploração, navegação, comunicação, troca,
representação, criação e recriação.
O movimento produzido pelo
pensar em redes de conhecimento propícia ultrapassar as paredes das salas de
aula e os muros da escola.
Para incorporar a TIC na
escola, é preciso ousar , vencer desafios, articular saberes,
tecer contínuamente a rede e criar e desatar os nós conceituais que se
inter-relacionam com a integração de diferentes tecnologias.
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
O valor de ser Educador
"Ser educador é pintar o mundo de todas as cores
É poder fazer sorrir as crianças
É vê-las crescer...
É ajudá-las a aprender.
Ser educador é profissão de amor;
E deixar em cada criança a lembrança de um mundo melhor.
Ser educador é ser poeta;
É ser pintor;
É ser palhaço;
É ser ator;
Ser educador é ser criança;
É ser adulto;
É ter esperança.
Ser Educador é...
Ser transmissor de verdades,
De inverdades...
Ser cultivador de amor,
De amizades.
Ser convicto de acertos,
De erros.
Ser construtor de seres,
De vidas.
Ser edificador.
Movido por impulsos, por razão, por emoção.
De sentimentos profundos,
Que carrega no peito o orgulho de educar.
Que armazena o conhecer,
Que guarda no coração, o pesar
De valores essenciais
Para a felicidade dos “seus”.
Ser conquistador de almas.
Ser lutador,
Que enfrenta agruras,
Mas prossegue, vai adiante realizando sonhos,
Procurando se auto-realizar,
Atingir a sua plenitude humana.
Possuidor de potencialidades.
Da fraqueza, sempre surge a força
Fazendo-o guerreiro.
Ser de incalculável sabedoria,
Pois “o valor da sabedoria é melhor que o de rubis”.
É...
Esse é o valor de ser educador.
Por fim o educador deve ser...
Criativo como Picasso
Poliglota
Rápido como um relâmpago
De uma resistência a qualquer prova
Alegre,
Terno como um pintainho
Engenhoso como um Estrumpfe
Além disso, deve ter...
Uma memória de elefante
Uma paciência de anjo
Resistência a qualquer prova
Olhos à volta da cabeça
Um filtro nasal
Resposta automática integrado
Um microfone incorporado
Umas costas largas
Orelhas bionicas com controlo de intensidade
Oito braços como um polvo
Um coração como Phil Latulippe
Dedos de fada
Pernas de atleta
Uma bexiga de cinco litros
Um sistema imunitário revolucionário
Uma mulher orquestra!
UMA SUPER MULHER (na sua maioria)
Mas apesar ou devido a tudo isto é que ele adora aquilo que faz...
Basta um sorriso, um abraço e todo o stress passa e dá vontade de continuar, de inovar e de por fim sorrir, rebolar pelo chão e brincar como os pequeninos..."
Este foi um poema que li e identifiquei-me tanto com ele, que resolvi partilhá-lo. Penso que diz exatamente o que é ser educador, porque realmente temos de ser muitas vezes super-mulheres ou super-homens.
"Ser educador é pintar o mundo de todas as cores
É poder fazer sorrir as crianças
É vê-las crescer...
É ajudá-las a aprender.
Ser educador é profissão de amor;
E deixar em cada criança a lembrança de um mundo melhor.
Ser educador é ser poeta;
É ser pintor;
É ser palhaço;
É ser ator;
Ser educador é ser criança;
É ser adulto;
É ter esperança.
Ser Educador é...
Ser transmissor de verdades,
De inverdades...
Ser cultivador de amor,
De amizades.
Ser convicto de acertos,
De erros.
Ser construtor de seres,
De vidas.
Ser edificador.
Movido por impulsos, por razão, por emoção.
De sentimentos profundos,
Que carrega no peito o orgulho de educar.
Que armazena o conhecer,
Que guarda no coração, o pesar
De valores essenciais
Para a felicidade dos “seus”.
Ser conquistador de almas.
Ser lutador,
Que enfrenta agruras,
Mas prossegue, vai adiante realizando sonhos,
Procurando se auto-realizar,
Atingir a sua plenitude humana.
Possuidor de potencialidades.
Da fraqueza, sempre surge a força
Fazendo-o guerreiro.
Ser de incalculável sabedoria,
Pois “o valor da sabedoria é melhor que o de rubis”.
É...
Esse é o valor de ser educador.
Por fim o educador deve ser...
Criativo como Picasso
Poliglota
Rápido como um relâmpago
De uma resistência a qualquer prova
Alegre,
Terno como um pintainho
Engenhoso como um Estrumpfe
Além disso, deve ter...
Uma memória de elefante
Uma paciência de anjo
Resistência a qualquer prova
Olhos à volta da cabeça
Um filtro nasal
Resposta automática integrado
Um microfone incorporado
Umas costas largas
Orelhas bionicas com controlo de intensidade
Oito braços como um polvo
Um coração como Phil Latulippe
Dedos de fada
Pernas de atleta
Uma bexiga de cinco litros
Um sistema imunitário revolucionário
Uma mulher orquestra!
UMA SUPER MULHER (na sua maioria)
Mas apesar ou devido a tudo isto é que ele adora aquilo que faz...
Basta um sorriso, um abraço e todo o stress passa e dá vontade de continuar, de inovar e de por fim sorrir, rebolar pelo chão e brincar como os pequeninos..."
Este foi um poema que li e identifiquei-me tanto com ele, que resolvi partilhá-lo. Penso que diz exatamente o que é ser educador, porque realmente temos de ser muitas vezes super-mulheres ou super-homens.
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